ExpoPrint 2016

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A Expoprint Digital 2016 é uma feira que ocorre entre os dias 6 a 9 de abril de 2016, no Expo center Norte, em São Paulo, um espaço especialmente dedicado à impressão digital de rótulos e etiquetas.

A exemplo dos anos anteriores, providenciamos um pacote especial para os nossos associados. Cujo valor por pessoa será:

Voando Gol dia 06 de abril, às 02h45 retornando às 17h15 do dia 9 de abril.

Três diárias no Comfort Hotel Dowtown incluso café da manhã – valor do pacote R$ 1.135,00 + taxa de embarque. Forma de pagamento: Entrada + saldo dividido no cartão de crédito em até 5x

Valor por pessoa acomodado em apartamento duplo – valores válidos para confirmação de reserva até o dia 21/01/2016.

Informamos que as passagens já podem ser emitidas a partir desta data direto na Agência credenciada MichelleTour Viagens e Turismo, procurar por Renata Santana. Telefone para contato (084) 4009-0677.

Esse evento trata de uma oportunidade para conhecimento de novas tecnologias, pesquisas de novos negócios e o mais importante, um momento de troca de informações e integração da nossa categoria.

Ficamos a disposição para quaisquer esclarecimentos, Carlos Vinícuis Aragão Costa Lima | Presidente Singraf/Abigraf-RN.

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Pesquisa sobre mercado promocional aponta que personalização é ponto de destaque na compra de brindes

 

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Uma pesquisa divulgada recentemente traz informações bastante úteis para os profissionais que atuam no mercado promocional. Realizada pela agência Umbigo do Mundo, o levantamento “Gifting Trends 2016” levou em conta informações disponibilizadas por 50 profissionais de marketing sobre o investimento naquela tão famosa “lembrancinha”.

Dados da pequisa indicam que 98% dos profissionais consultados acreditam que as ações de gift são importantes para sua empresa. Ainda segundo o levantamento, ficou claro que, no geral, são os profissionais de marketing responsáveis pela compra dos objetos, enquanto a área de negócios da empresa especifica qual tipo de presente será comprado.

Para se atualizar no que está em alta neste segmento, as pessoas utilizam, em disparada, os famosos catálogos e sites de fabricantes de brindes – olha aí a importância de investir em uma boa apresentação -, sendo que feiras e eventos de brindes vêm em seguida.

Um ponto bastante importante na pesquisa é em relação ao principal elemento de atenção no momento da compra de gift. A personalização se destacou com 52%, seguida por prazo de entrega (20%), outros (16%), logística (7%), manuseio (2%) e embalagem (2%).

Trata-se de uma informação bastante valiosa para as empresas de customização. Com essa exigência, os profissionais têm de ficar atentos não apenas às tendências em brindes, mas também nos processos de personalização, de forma que consigam atualizar e aprimorar sua estrutura para desenvolver presentes cada vez mais incríveis.

Fonte: signsilk.com.b

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Produção da indústria gráfica acompanha queda da indústria nacional

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A produção física da indústria gráfica brasileira recuou 17,4% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014. O recuo foi maior do que os 11,2% da indústria de transformação no período. Em relação ao segundo trimestre, descontado o padrão sazonal, a diminuição foi, respectivamente, de 4,1% e de 3,2%. O cálculo é da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), com base em dados da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse desempenho fez o setor gráfico rever a projeção para o ano. A expectativa agora é de encolhimento de 12%, bastante superior ao -1,1%, estimado em janeiro. A explicação está, em curto prazo, na necessidade de ajustar os estoques e, no médio prazo, na combinação de dificuldades financeiras com demanda fraca.

Dada a gravidade da crise econômica e política, o contágio da nova perda de grau de investimento e a ausência de medidas efetivas para a retomada do crescimento, o setor trabalha com expectativa de nova queda da ordem de 7% em 2016.

Pesquisa de confiança realizada pela Abigraf no terceiro trimestre mostrou que o setor tem um índice de endividamento de 66% (em 2014, era de 53%). A situação reflete a própria dificuldade de receber dos clientes — 91% do total das gráficas disseram lidar com atrasos que variam de 30 dias (35%) a 90 dias ou mais (52%).

Dois efeitos diretos dessa situação foram o aumento do fechamento de vagas no setor e a queda no índice de confiança do empresariado gráfico. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a indústria gráfica fechou 3.111 postos de trabalho formais no terceiro trimestre, enquanto no mesmo período do ano anterior havia criado 245 novas vagas. O índice de confiança, por sua vez, despencou para 38,3 pontos em uma escala de 0 a 100, uma queda de 11 pontos em relação ao segundo trimestre.

O presidente da Abigraf, Levi Ceregato, está disponível para repercutir o tema.

Fonte: Abigraf

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A mídia impressa é indispensável na construção das marcas

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Nizan Guanaes, Luiz Lara e outros grandes nomes da publicidade e do marketing afirmam que o impresso já não perde espaço para o digital e retoma seu papel de destaque na construção de marcas e de planos de comunicação de maior eficiência e credibilidade

Cerca de 300 profissionais de publicidade, propaganda e marketing estiveram reunidos no dia 2 de dezembro durante o Summit de Comunicação – A Força da Mídia Impressa, que reuniu alguns dos maiores nomes da propaganda e do marketing na atualidade para mostrar que não se constróem marcas apenas com mídia digital, como provam inúmeras pesquisas e a experiência de grandes marcas mundiais, incluindo o próprio Google. Confira o que eles dizem.

Federico Sader, Nielsen Brasil – “O bom uso do digital começa por não abandonar o offline. Cada meio tem seu valor e o importante é sua utilização dentro de um plano global de mídia”, disse, durante a apresentação “Estratégias eficazes para um cenário de mídia em desenvolvimento”, baseada em pesquisa mundial da Nielsen, na qual se constatou que a mídia impressa permanece estável em relação a 2013 e que um terço das campanhas digitais não trazem retorno.

Sérgio Maria, Google Brasil – “A tecnologia muda tudo e acelerou o processo de fragmentação da comunicação, com novos canais e conteúdos. Mas o papel não vai acabar. O jornal não vai acabar e nunca se precisou tanto de credibilidade na notícia. O desafio é aprender a entregar conteúdo nos diferentes formatos – impresso, desktop, mobile”, afirmou durante a apresentação “Não se constrói uma marca apenas com mídia digital”.
Michel Péroni, consultor de marketing de varejo, França – “O papel é uma mídia muito forte para anunciantes e o crescimento de sua utilização acompanha o PIB. No Brasil, o consumo anual de papel é ainda de 55 kg por habitante, enquanto na França chega a 170 kg por habitante apenas em comunicação não dirigida, como folhetos promocionais. 90% da população francesa encara a leitura desses folhetos como um monento de lazer. Lá, a tiragem média é de 8 milhões de exemplares de 36 página cada; aqui, gira em torno de 4 milhões de exemplares com apenas 8 páginas. E sabe-se que, como vetor de comunicação, o papel gera mais tráfego em lojas do que a própria TV, a um custo cerca de dez vezes menor”, ensinou na palestra “A mídia impressa como estratégia de vendas”.

Jacques Claude, Gutenberg Networks, França – “A comunicação eficiente deve ter uma base estruturada, como catálogos, e ser complementada por outras mídias. Estudos e pesquisas mostram que a mídia impressa é o principal recurso de marketing das empresas, consumindo de 50% a 70% do orçamento global de comunicação. Ela ainda é a ferramenta mais eficaz para a comunicação B-to-C (empresa-consumidor) e muitas empresas que tinham parado de imprimir catálogos, por exemplo, voltaram a fazê-lo a partir de 2013, pois ele aumenta o tempo passado nas próprias lojas online, o valor do ticket médio e o tráfego interno. Não existe mais conflito entre o impresso e o digital. Existe uma complementaridade, com o catálogo no centro das estratégias”, disse ao discorrer sobre o tema “Print & digital: a new deal”.

Luiz Lara, Lew Lara/TBWA – “A mídia impressa não é apenas um pilar da democracia. Ela é a democracia. É a mídia de maior credibilidade e pauta todas as outras. Jornais inspiram uma maior confiança e a transferem inclusive para os anúncios. O jornal vale como documento. Na crise, é papel das marcas manter sua conexão e cumplicidade com o consumidor, tendo em mente que as escolhas dele serão feitas com base na força das marcas que ele conhece, respeita e confia”, declarou na palestra “Agências e anunciantes não devem desprezar a força da mídia impressa”.

Nizan Guanaes, Grupo ABC – “Não dá para ter um país sem jornal e revista. E é imprescindível que essas vozes tenham credibilidade e responsabilidade. E, com todo respeito ao banner, nada substitui um grande anúncio em jornal e revista. E o fato é que a circulação impressa de jornal aumentou 16% nos últimos anos e a imprensa quintuplicou seu poder de comunicação com o digita. A mídia impressa é hoje uma das melhores oportunidades de mercado e, globalmente, alcançam uma receita maior do que as indústrias de música e de educação. Seu desafio é se modernizar e se flexibilizar para novas soluções, como anúncioas de todos os formatos. O impresso tem apelo sensorial e o ser humano é guiado por tiques, emoções e sensações”, frisou ao encerrar o evento com o tema “Na mídia impressa, ser criativo é ainda mais importante”.

Andrea Costa, Grupo Abril, e Marjorie Fryszman, Correios – Foram as expositoras do painel “A Comunicação Impressa em Números”, mediado pelo jornalista Paulo Macedo, editor da PropMark, no qual se apresentaram métricas e cases ilustrativos da eficiência da comunicação impressa.

O Summit de Comunicação – A Força da Mídia Impressa foi promovido pelo jornal PropMark, com patrocínio da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Associação Brasileira de Empresas com Rotativa Offset (Abro), Associação Nacional de Jornais (ANJ), Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP) e Two Sides Brasil. No mesmo dia, aconteceu o lançamento da revista Print Power, porta-voz mundial da eficácia das mídias impressas nas estratégias de marketing, propaganda e publicidade das mais diferentes empresas. Na edição de estreia, o destaque é a entrevista com o inglês Martin Sorrell, o publicitário mais poderoso do mundo, que explica por que a construção de uma marca forte precisa do impresso, mesmo quando o negócio se alicerça no marketing digital, como Apple, Google, Facebook, Uber, Net-a-Porter e tantas outras.

Fonte: Abigraf

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Adidas na impressão 3D! Marca desenvolve calçado ecológico utilizando tecnologia tridimensional

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A Adidas encontrou um uso nobre para a impressão 3D. Em parceria com a ONG Parley for the Oceans, que trabalha em prol do meio ambiente combatendo a poluição nos oceanos, a marca desenvolveu um tênis ecológico usando a tecnologia para imprimir plásticos e outros resíduos retirados do oceano.

A matéria-prima é usada para fabricar o solado do protótipo, justamente a parte impressa em 3D. Ela é composta por poliéster reciclado e redes de emalhar (as redes de pesca).

Por ora, o modelo é apenas um conceito, já que a marca ainda não tem pretensões de produzi-lo em larga escala. Porém, a Adidas crê que a invenção pode ser uma alternativa para a indústria de calçados.

O modelo ecológico surge após o lançamento da iniciativa Futurecraft 3D, tecnologia de impressão tridimensional desenvolvida pela Adidas em parceria com a Materialise. O objetivo é que o projeto possa ajudar a marca a oferecer solados adaptados.

Quer motivos reais para se aventurar pelo universos da impressão 3D? Leia a reportagem especial da edição #246 da Revista Sign sobre o assunto. Nossa equipe conversou com empresas brasileiras que utilizam a tecnologias, também apresenta uma série de cases para você se inspirar e, quem sabe, engajar na utilização dessa ferramenta transformadora. Clique aqui para acessar a matéria na íntegra.

Fonte: http://signsilk.com.br/

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Encerramento do Curso de gestão de Marketing e vendas em Mossoró

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O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) em parceria com o Sindicato das Indústrias Gráficas (Singraf/RN) e Sebrae promoveu mais um curso de capacitação para os empresários gráficos de Mossoró. “O Curso de gestão de Vendas e Marketing” foi realizado em dois módulos entre os dias 23 a 27 de novembro; e 7 a 12 de dezembro, na sede do Sebrae em Mossoró.

O objetivo do curso é capacitar e aperfeiçoar profissionais de empresas de pequeno porte do setor gráfico da indústria do Rio Grande do Norte, para que atuem com maior habilidade na área de marketing e vendas.

O curso ministrado por Marcos Biaggio, que é coach de negócios e vendas com MBA em produção Industrial, atuando há 23 anos no mercado, contou com a participação de 20 empresários que tiveram uma carga horária equivalente à 40 horas aulas.

 

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HP anuncia nova solução para impressão de embalagens onduladas; equipamento é eficiente na produção de tiragens menores

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A HP, juntamente com a fabricante KBA, lança a primeira HP PageWide Web Press T1100S, que promete reinventar a impressão de embalagens onduladas, principalmente nos casos de impressão de pequenos volumes.

O lançamento vem de encontro com uma constatação bastante significativa para o setor. Segundo informações da publicação “The Future of Package Printing to 2019”, de Vlad Savinov, a impressão digital é o segmento de maior crescimento no mercado de embalagens, com um aumento anual projetado de 17% em um mercado que deverá alcançar a marca dos US$ 19 bilhões em 2019.

O lado positivo das soluções de embalagem digital é que permitem pequenas tiragens, atendendo à demanda por projetos menores de impressão sem a necessidade de composição de estoque ao imprimir apenas o que for necessário.

Além disso, enquanto a atual tecnologia de impressão analógica está limitada à impressão de várias cópias de um único modelo de caixa — todas as caixas têm a mesma aparência e são do mesmo tamanho — a HP PageWide Web Press T1100S, com Multi-lane Print Architecture (MLPA), cria uma enorme mudança de paradigma na produção de papelão ondulado.

O equipamento divide o rolo de papel de impressão em vários lanes, portanto diferentes trabalhos — com diversos tamanhos de caixa e tiragens — podem ser impressos em lanes individuais. Várias tiragens pequenas e ultrapequenas podem ser enfileiradas e impressas ao mesmo tempo, sem qualquer preparação entre trabalhos, enquanto uma tiragem grande é impressa em outro lane.

 

Quanto mais rápido, melhor

À medida que mais marcas buscam embalagens personalizadas, os conversores precisam acomodar ciclos de produção mais rápidos e tiragens menores enquanto produzem soluções impressas de alta qualidade com custos reduzidos.

Com velocidade de impressão de até 183 metros lineares (600 pés lineares) por minuto e 30.600 metros2 (330.000 pés2) por hora, a HP PageWide Web Press T1100S ajuda conversores de embalagens onduladas a executar novos e complexos trabalhos com velocidade.

O equipamento traz opções de preparação aprimoradas, incluindo uma combinação de HP Bonding Agent, HP Priming Agent e tintas CMYK pigmentadas e aquosas HP A50. Os clientes podem imprimir liners padrão com e sem revestimento, de 80 a 400 gramas por metro2 (GSM, na sigla em inglês), com qualidade offset, versatilidade, produtividade e qualidade com alta saturação de cores, densidade óptica de preto intenso e textos nítidos.

Soluções de revestimento in-line e near-line para HP Priming Agent e verniz aquoso pós-impressão também oferecem excelente qualidade de impressão para ajudar a atender aos mais altos padrões da marca.

Recursos de configuração opcionais, como rebobinação em torre/emenda automática, primer e soluções de revestimento com verniz pós-impressão, bem como o “sistema de logística de papel automatizado” da KBA PATRAS, resultam em eficiência ainda maior de toda a solução.

Fonte: http://signsilk.com.br/

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Com dois equipamentos disponíveis, a impressão 3D está revolucionando a criação dos calçados Havaianas e de outras marcas

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A Alpargatas, detentora de marcas como Havaianas, Osklen e Mizuno, entra agora na era da tridimensionalidade. A companhia divulgou que está utilizando duas impressoras 3D da Stratasys em seu centro de desenvolvimento localizado em São Paulo. Os modelos em uso são Objet Eden360V e Objet Eden260V.

Os equipamentos 3D são multimateriais e permitem que a equipe de designers da Alpargatas produza protótipos, como solados de calçados com múltiplas propriedades, funcionalidades e aparência.

“Antes da tecnologia de impressão 3D, levávamos uma semana para ter um protótipo em mãos”, conta Luiz Glauco de Miranda Júnior, Gestor do setor de Inovação Artigos Esportivos da Alpargatas. Segundo ele, hoje o novo protótipo nasce em um dia.

Ms não só apenas os modelos serão desenvolvidos com as impressoras 3D. A intenção da companhia é utilizar a ferramente para criar componentes de novos produtos.

Com isso, de acordo com Miranda, a liberdade de criação do designer ganha outra dimensão. O designer pode ter uma ideia de manhã e, mais tarde, pode fazer alguns ajustes e ter um novo protótipo com mais rapidez.

Para o processo de escolha do equipamentos, os executivos da Alpargatas buscaram impressoras que pudessem esquentar e conformar, gerando um sólido 3D que retratasse fielmente o material em questão. As impressoras trabalham com os materiais  Fulcor 720, VeroWhite, TangoBlack e TangoWhite.

Quer motivos reais para se aventurar pelo universos da impressão 3D? Leia a reportagem especial da edição #246 da Revista Sign sobre o assunto. Nossa equipe conversou com empresas brasileiras que utilizam a tecnologias, também apresenta uma série de cases para você se inspirar e, quem sabe, engajar na utilização dessa ferramenta transformadora. Clique aqui para acessar a matéria na íntegra.

Fonte: signsilk.com.br

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Retração no varejo de livros em novembro

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A Nielsen divulgou, nesta quinta-feira (26), os dados do Painel das Vendas de Livros no Brasil referente ao período 11 (06/10 a 02/11). O Painel – fruto da parceria com o instituto de pesquisa com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) — mostra que o faturamento se manteve estável em comparação ao mesmo intervalo de tempo do ano passado, mas aponta queda de 3,7% no número de livros vendidos. No período 11 de 2014, foram vendidos 2.934.173 exemplares o que redundou em um faturamento de R$ 98.577.006,74. No mesmo período de 2015, foram vendidos 109.427 exemplares a menos, mas o faturamento se manteve em R$ 98.551.154,80, praticamente inalterado. Para alcançar o resultado, as livrarias e supermercados que vendem livros no Brasil aumentaram o preço médio do livro de R$ 33,60 para R$ 34,89 e o desconto médio ao consumidor final caiu 2,99 pontos percentuais.

No acumulado do ano, no entanto, houve um crescimento de 5,01% no faturamento, em comparação ao mesmo período do ano passado. Nas 44 primeiras semanas de 2015, o varejo de livros no Brasil bateu agora R$ 1,244 bilhão versus R$ 1,185 bilhão no mesmo período do ano passado. Houve crescimento no volume de vendas também, que saltou de 32.190.322 em 2014 para 33.661.925 em 2015. Uma performance abaixo da inflação, mas acima dos dados do varejo em geral. Última Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE aponta queda de 3,3% no volume de vendas do comércio varejista no Brasil nos nove primeiros meses do ano.

“Se o mercado quiser fechar faturamento de 2015 em linha com o PIB projetado (queda de 3,5%), ele terá que performar 15% melhor no restante do ano em relação a 2014. A Black Friday, famosa pela liquidação de produtos, tradicionalmente contribui com volume, mas não com valor, o que aumenta a conta para o Natal”, conjectura Ismael Borges, executivo responsável da Nielsen Bookscan para o Brasil.

O relatório mostra que os editores têm produzido mais títulos em 2015. Nas 44 primeiras semanas do ano, foram lançados 239.708 ISBNs contra 222.107 no mesmo período do ano passado. Em relação aos gêneros, o Painel aponta um crescimento expressivo de 11,1% na importância do Não Ficção Trade. Títulos de lazer, estilo de vida, culinária e gastronomia colaboraram com essa desempenho. Clique aqui para ter acesso à íntegra do Painel das Vendas de Livros no Brasil.

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O avanço dos rótulos autoadesivos no sul do País

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Com a proposta de ajudar seus clientes diretos (convertedores) e indiretos (end users) a se diferenciarem para ganhar competitividade e gerar novos negócios, o vice-presidente da Avery Dennison América do Sul, Ronaldo Mello, reuniu-se com 70 clientes entre convertedores e distribuidores da região Sul, em um jantar de confraternização em Porto Alegre (RS). Em sua apresentação, Mello salientou o desempenho positivo da região em 2015. “Enquanto o PIB Brasileiro deverá registrar retração de 1,2% este ano, os negócios da Avery na região crescerão em volume numa proporção ainda maior. Sabemos, portanto, que há oportunidades e nossa proposta é ajudar os empresários locais a acompanhar as tendências e oferecer o que o mercado quer neste momento.”

Na ocasião Renato Rafael, Gerente de Produtos para LPM Brasil, analisou alguns segmentos de mercado onde residem oportunidades para os rótulos autoadesivos. No caso de produtos para limpeza doméstica, as principais tendências detectadas para o Brasil são: produtos mais eficientes e práticos, que ajudem a mulher que trabalha fora nas tarefas domésticas; diversificação de portfólio com produtos específicos para cada tarefa; e produtos premium que ajudem as empresas a aumentar a rentabilidade e compensar a perda de volume em função da crise. Nesta categoria, três itens prometem crescer até 2019: produtos para lavanderia (4,34%), odorizadores de ambiente (3,34%) e produtos para lava-louças (3,22%). Pensando no mercado de odorizadores de ambiente, a Avery lançou recentemente o Aero Dress, que garante maior apelo em gôndola, aumento de produtividade no processo das indústrias e possibilidade de re-rotulagem de latas impressas.

Já na linha de produtos para cuidado pessoal, a pesquisa apresentada pelos executivos da Avery revela como tendências: produtos com ingredientes naturais e que remetem aos temas Brasil e natureza, foco no público masculino e mais informações na embalagem/rótulo. As melhores previsões para crescimento anual até 2019 são encontradas nas categorias: depilatórios (11,2%), produtos para bebês e crianças (9,1%) e produtos para homens (8,2%). A Avery aposta que os rótulos de PE verde (polietileno), à base de etanol, estão alinhados aos anseios deste mercado.

Um dos mercados mais competitivos, o de alimentos, também apresenta tendências específicas como: embalagens práticas e de fácil uso (destaque para as etiquetas resseláveis), caráter Premium associado ao aspecto artesanal e transparência (visual No Label Look). Neste caso, a aposta de crescimento até 2019 reside nos snacks (13,5%), refeições prontas (11,7%) e congelados (9,7%). Entre as opções em materiais para rótulos oferecidas pela Avery Dennison para este mercado, destaque para o PP Transparente Térmico Direto recém lançado pela Avery. Uma alternativa que permite a impressão de informações variáveis em rótulo, com o impacto visual da transparência.

Na categoria de bebidas alcoólicas, os vinhos e espumantes ganham destaque, “especialmente em um mercado como o do Sul do Brasil”, lembra Renato Rafael. “Os rótulos de vinhos e espumantes podem ser sóbrios ou arrojados, ajudando as marcas a reforçarem sua identidade. Rótulos brancos destacam a arte impressa e colaboram para um maior apelo em gôndola. Não podemos esquecer também do aumento do consumo de cervejas artesanais; os tradicionais consumidores de vinho começam a experimentar mais o novo produto.” Mesmo assim, os segmentos que deverão registrar maior alta anual até 2019 são: saquê (6,4%), espumantes (5,3%) e vinhos (2,3%).

Para atender a este mercado, a Avery Dennison oferece diversas soluções em materiais autoadesivos, mas destaca o Aqua Opaque, com uma tecnologia exclusiva de adesivo que evita que o rótulo fique cinza em condições úmidas. “Ele mantém os rótulos com um visual Premium, além de garantir ótima opacidade mesmo depois de a garrafa ficar duas horas em balde de gelo.”

A Avery Dennison também enxerga a região Sul do Brasil como um mercado potencial para os materiais da área de Graphics. Neste caso, Juliano Lima, Gerente de Vendas de Graphics Brasil destaca como tendências globais o florescimento do varejo, o aumento das mídias em ônibus e dos investimentos em sinalização e publicidade, materiais promocionais para ações de curta duração, aumento do calandrados, adesivação de paredes em ambientes internos, crescimento da customização e realce de superfícies. “Nossa missão é aprimorar os clientes pequenos e médios e alinhá-los às tendências globais nas três principais aplicações: mídias em veículo, mídias exteriores e mídias interiores”, completa.

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